O plano de fuga (e como você entra nele).
Se você entende o idioma dos desenhos que te fazem rir e sentir um leve desconforto moral ao mesmo tempo, você já entendeu a nossa frequência.
Estou falando de ironia com propósito, filosofia de boteco disfarçada de comportamento reprovável e um caos muito bem dirigido. Onde cada piada fora de hora pode virar um arco de temporada.
Como eu disse naquele post sobre minha relação metafísica com o baiacu (se não leu, leia, é importante), a ideia já existe numa egrégora paralela. Eu só sintonizei o canal.
Agora, a missão é trazer essa loucura para a nossa realidade 2D.
O DNA do Caos
Eu não quero copiar a estética de ninguém. Eu quero capturar o mecanismo. Sabe aquela sensação de assistir algo que parece apenas "errado" até você perceber que é assustadoramente preciso sobre a natureza humana? É isso.
O tom nasce de um lugar específico:
- Ritmo rápido e observações cortantes que você só entende na segunda assistida.
- Humor honesto, mesmo que doa.
- Personagens que escancaram verdades pequenas enquanto fazem coisas absurdas.
Abaixo, um vislumbre do tipo de "combustível" criativo que estamos usando no tanque da Gaia Wonderful Studios:

No fim, a fórmula é a mesma: a piada entra pela risada de "puta merda, não acredito que disseram isso" e sai pelo coração.
Financiamento Sem "Esmola"
Vamos falar o português claro: fazer animação custa caro. E eu, sinceramente, tenho uma trava gigante com essa coisa de "vaquinha online" ou pedir dinheiro em troca de promessas vagas. Me dá coceira.
Eu não quero doação. Eu quero cumplicidade.
Por isso, o modelo de negócio aqui é direto e reto: A Pufferfish™ é o motor do desenho.
Eu quero te vender uma camiseta de qualidade absurda, com uma estampa que conta uma história, algo que você usaria até num velório (dependendo do finado). O lucro dessa venda não vai pro meu bolso, ele vai pagar animador, dublador e editor.
Você não está "ajudando um projeto". Você está comprando o uniforme da nossa gangue e, de quebra, financiando a existência de um universo onde uma Vaca chamada Zebu Nana e um Baiacu rabugento planejam o resgate de um golfinho em Miami.
É uma troca justa.
O Primeiro Gole
Para provar que isso não é delírio (ou talvez seja, mas um delírio produtivo), eu vou abrir a caixa preta.
O roteiro do primeiro episódio já está sendo escrito. Tudo começa numa dimensão não muito distante, na mesa de um bar na floresta, com animais que curtem chapar o globo de forma natural e discutir a vida.
Quer saber como isso termina? A porta de entrada está logo abaixo.
[BOTÃO/LINK: CLIQUE AQUI PARA LER O PRÓLOGO DO ROTEIRO]
Bem-vindos ao caos organizado. Vistam a camisa.
